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18 de fev. de 2014

Resumo - Movimentos Transferenciais no Psicodiagnóstico Interventivo


Disciplina
PSICODIAGNÓSTICO
Autor(es)
Silvia Ancora Lopez
Título
Psicodiagnóstico Interventivo: Evolução de uma prática.
Capítulo IV

Movimentos Transferenciais no Psicodiagnóstico Interventivo









1)    Prática do Psicodiagnóstico
a)    É realizado em geral por profissionais que trabalham nas abordagens psicanalíticas ou fenomenológica-existencial.
b)    O psicodiagnóstico é encarado como um momento privilegiado para a obtenção de efeitos terapêuticos, ou seja, não se encerra na coleta de dados.
c)    Ajudam a discernir sobre o encaminhamento e orientar o futuro processo psicoterápico.
d)    Os próprios movimentos transferenciais e contratransferenciais serão entendidos como dados a serem colhidos.
e)    O que o paciente transfere para o psicólogo e o que isso lhe provoca, permite a caracterização do tipo de vínculo que o paciente estabelece.
f)     Intervir no presente, no qual as inquietações e sofrimentos do paciente o mobilizam a pedir ajuda, não delegando as intervenções somente para o processo terapêutico.

2)    Psicodiagnóstico em grupo:
a)    Tem o objetivo de produzir movimentos de identificação e diferenciação, favorecendo o conhecimento de si.
b)    Preenche o espaço entre a entrevista inicial e final com uma série de devolutivas parciais.
c)    Intercalam-se os atendimentos das crianças com as devolutivas parciais aos pais.
d)    Alunos e supervisores trabalham juntos: ao supervisor cabe a coordenação e condução do grupo, e aos alunos, cabe o lugar de co-terapeutas. Permite ao aluno o contato com o cliente e assistir o manejo do grupo pelo supervisor.
e)    O coordenador do grupo recebe de forma mediada e compartilhada o impacto transferencial, fenômeno que facilita a sustentação do lugar clínico.

3)    Psicodiagnóstico Compreensivo de Trinca (1984)
a)    Observação da relação psicólogo-paciente é vantajoso para a apreensão dos fenômenos emocionais.
b)    Não basta apenas capturar o jogo transferencial como um dado relevante para compor sua caracterização psicológica.
c)    Vive-se a transferência necessitando de sua força para o acontecimento do processo e para fecundidade das intervenções.

4)    Posição de Objeto Subjetivo  
a)    O psicólogo ou a instituição ocupam a posição de objeto subjetivo para os pais que procuram atendimento para os seus filhos.
b)    Winnicott (1984) fundamenta a prática na relação subjetiva de objeto que a criança estabelece com o terapeuta.
c)    Há um movimento da criança e também dos pais, que procuram criar o objeto (terapeuta) de que necessitam naquele momento.
d)    Precisamos reconhecer qual a problemática que a criança precisa tratar, a partir de qual necessidade, a criança nos coloca no lugar de objeto subjetivo?
e)    Winnicott: os relacionamentos objetais iniciais são, quando favorecedores do desenvolvimento do bebê, necessariamente subjetivos.
f)     É importante que essa mesma qualidade subjetiva inicial esteja presente na transferência das relações terapêuticas.

5)    Consultas Terapêuticas
a)    Adaptação ativa do terapeuta as necessidades da criança, se necessária, a comunicação verbal desse entendimento no momento adequado.
b)    O objetivo essencial é o favorecimento da integração de aspectos dissociados ou não vividos pela criança.
c)    Transferência: movimento que inicia e possibilita reparar falhas ambientais que teriam ocorrido no processo maturacional da criança.
d)    Transferência para Winnicott: repetição presente de uma relação do passado, no acontecido, e a esperança de viver o que não aconteceu e, portanto, busca da realização.

6)    Encaminhamento
a)    Obrigatoriedade de efetuarmos um encaminhamento apropriado e eficaz, que possa de fato atender as necessidades do paciente e de sua família, este é o objetivo último de uma avaliação psicológica.
b)    Busca-se demarcar claramente o alcance e os contornos do processo.
c)    Procura-se manter o enquadre específico, e ao mesmo tempo em que sustentamos a esperança pela cura:
                                          i.    Conversando com as crianças e suas famílias sobre suas dificuldades;
                                        ii.    Oferecendo informações sobre o desenvolvimento humano;
                                       iii.    Realizando devolutivas que veiculam interpretações sobre o sentido dos sintomas apresentados;
                                       iv.    Que abram novas possibilidades de entendimento sobre suas formas de viver.

7)    Modelo norteador do psicodiagnóstico – Winnicott (Jogo da Espátula):
a)    Hesitação – momento inicial, exploração do território terapêutico e estrutura a comunicação;
b)    Brincar com a espátula – segundo momento, realiza a comunicação, trabalho terapêutico produtivo, paciente vive a experiência de ser compreendido;
c)    Jogar a espátula – terceiro momento, paciente pode ir embora, experiência completa, possibilidade de ter colocado sua questão em devir.
                                          i.    É importante que o terapeuta não se coloque como uma presença necessária e excessiva.
                                        ii.    Seria importante que em cada sessão ocorre as três etapas do jogo da espátula.

8)    Técnica para período de encerramento
a)    Linha do tempo: construção de um trajeto temporal que retoma as etapas do psicodiagnóstico.
b)    Inicia-se com o supervisor relembrando que este é o penúltimo atendimento     .
c)    Assim registrar na cartolina a história dos nossos encontros, representa cada atendimento com a ajuda dos estagiários.
d)    Esta atividade intenciona ajudar a criança a “jogar a espátula”, oferecer suporte material para este acontecimento, estabelecendo um campo da experiência.
e)    Funciona como mais um momento diagnóstico, pois ao representar cada atendimento, a criança seleciona um fato significativo que precisava comunicar e assim, se pode certificar as hipóteses diagnósticas.
f)     Identificamos também efeitos terapêuticos que podem ter surgido ao longo do processo.

9)    Intercorrências no Processo Psicodiagnóstico
a)    Grupo de estagiários: relação entre si, com os pacientes e com o próprio supervisor.
b)    Dificuldades de relacionamento entre os pacientes.
c)    Dificuldades de calendário e atravessamentos institucionais.
d)    Dificuldades na própria problemática apresentada pelo paciente
e)    Resistências que impedem o desenvolvimento, impedem a abertura para a cura, resistem a percepção do novo, constrangem o movimento de mudança.
                                          i.    Resistência por Winnicott: hesitação refere-se a duas situações, anseio em encontrar algo que necessitava, uma experiência nova, prazerosa e constitutiva, a outra, o paciente estar diante de angústias impensáveis, presentes no estágio inicial do desenvolvimento.

f)     A necessidade de lidar com a transferência negativa reforça a posição de que, mesmo em etapa diagnóstica, o psicólogo deve colocar-se em lugar interventivo, ajudando o paciente a assumir o encaminhamento e continuar vinculado à clínica.

Resumo - O Psicodiagnóstico Interventivo Sob o Enfoque da Narrativa

Disciplina
PSICODIAGNÓSTICO
Autor(es)
Silvia Ancora Lopez
Título
Psicodiagnóstico Interventivo: Evolução de uma prática.

Capítulo III

O Psicodiagnóstico Interventivo Sob o Enfoque da Narrativa

1)    Definições
a)    Psicodiagnóstico tratado sob o enfoque do discurso, mais especificamente da narrativa.
b)    Discurso: associa-se a expor com método, raciocinar, discorrer, dar largas explicações, discutir. O resultado de um processo de raciocínio sobre o que já está delimitado, esperando o momento de exposição pela fala.
c)      A construção e a descoberta do inesperado surgem no discurso, criam-se significados, a palavra revela seu poder.
d)    Benjamin (1936) trata uma das formas possíveis de discurso: a narrativa.
e)    Narrativa: forma de comunicação florescente no mundo artesão de outrora, o que importava era o próprio relato das circunstâncias da experiência vivida.
                                                                   i.    Foi substituída, gradualmente por outro tipo de comunicação: a informação.

Narrativa
·         Relato da experiência vivida;
·         É um trabalho artesanal;
·         Aberta, liberdade ao leitor para interpretar a história contada.
·         Sem compromisso com a verdade ou fatos;
·         Florescentes no mundo artesão.


Informação 
·         Destituída da experiência vivida;
·         Precisa ser suficiente em si;
·         Plausível e passível de verificação;
·         Compromisso com a verdade factual e objetiva.
·         Submete-se a organização da vida moderna.


f)     Para Benjamin (1936) a pobreza da comunicação que se evidencia na sociedade da informação aproxima-se do empobrecimento da própria experiência humana.

2)    Psicodiagnóstico Interventivo a luz de Benjamin (1936):
a)    Os pais ao falar de seus filhos não estão apenas dando informações, antes de tudo, estão, narrando uma história cheia de experiências.
b)    Mostram a maneira de significar os fatos, seu olhar sobre eles, a maneira como se sentem impactados.
c)     Se o ouvinte estiver disponível à escuta sentirá que a narrativa toca sua própria existência.
d)    Não é um mero processo de investigação, mas uma aventura dinâmica de construção artesanal, realizada a várias mãos: do psicólogo, das crianças, dos pais e das demais pessoas envolvidas neste processo.
e)    O homem não é um objeto a ser esmiuçado com lentes investigativas, mas alguém que participa conosco de um processo dinâmico de descoberta e construção.
f)     Processo vai-e-vem:
                                                       i.    Semelhante ao artesão que modela sua escultura;
                                                     ii.    Os pais ao narrarem suas histórias, dando-lhes forma, impactam nossas experiências, e isto, ajuda a compreendê-los;
                                                    iii.     O que dizemos aos pais também os afeta, continuando a modelagem.

3)    Pressupostos de Husserl – Consciência Intencional:
a)    Aquilo que é contado não deve ser entendido como uma verdade no sentido objetivo;
b)    Dá-se em uma consciência atribuidora de significados;
c)    Aquilo que é contado, o que é vivido pelos pais, é a sua verdade.
d)    A história contada é uma narrativa, ela é aberta a novos significados, que surgem, no próprio processo de narrar e origina-se na experiência vivida.

4)     Espaço do Psicodiagnóstico Interventivo: possibilita mudanças, na medida em que algo pode ser experienciado e falado, uma transformação ocorre, não meramente cognitiva, intelectual, mas existencial, modifica-se o posicionamento, a forma de ser pessoa.
a)    Falar e pensar são indissociáveis: através da fala que o pensamento se cumpre e as significações se dão. A fala é manifestar e desdobrar do ser. A narrativa dos pais é, pois, um movimento existencial.
                                                       i.    Toda fala tem um caráter inaugural, pois, novos sentidos são acrescentados as palavras existentes.
                                                       ii.    Mesmo com um significado compartilhado em determinada cultura, as palavras mudam de significado ao longo do tempo.
                                                      iii.    Compreender as significações que a narrativa tece, procurar um encontro com o outro através da fala, dos sentidos ali empregados.
                                                     iv.    Ao pronunciarem as suas experiências os pais também as escutam e podem vê-las e senti-las melhor, e os significados articulados começam a se transformar.
b)    Psicólogo no processo de psicodiagnóstico:
                                                    i.    Não é saber mais sobre o outro do que ele mesmo sabe;
                                                   ii.    Devemos saber esperar que o processo se desenvolva;
                                                  iii.    Não explicar as situações a partir de referências teóricas externas e classificar os clientes em categorias pré-estabelecidas;
                                                 iv.    É um processo artesanal que parte da experiência vivida pelas pessoas, narrada e compartilhada nas várias histórias;
                                                  v.    As experiências vividas ganha espaço através dessas narrativas, e elas, transformam os significados da experiência vivida.
                                                 vi.    Os significados das palavras não podem ser pressupostos, mas é necessário um esforço de compreensão para não achar que sabemos o que ainda não sabemos.

5)    As devolutivas para as crianças em forma de narrativas.
a)    Prática proposta: elaborar pequenas histórias para o encontro no qual devolvemos as crianças o que fomos compreendendo.
b)    História: criamos personagens, imagens, recortes ou imagens digitais e montamos uma história que reflete a compreensão que tivemos da criança  durante nossos encontros e que possa ser compartilhada com ela.
c)    Este modo de devolutiva é também uma narrativa, não atribuímos nada da história a criança e ela é livre para aceitá-la ou não, mudá-la ou não e atribuir seus próprios significados.
d)    Esta possibilita um jogo simbólico entre os psicólogos e a criança, aproximando-a de si mesmo de forma lúdica e estimulante.
e)    Possibilitam o resgate da própria experiência vivida, retomam o passado e o futuro no tempo presente.

f)     O ali e agora do psicodiagnóstico interventivo recria outras possibilidades de ser, quebra o silêncio e põe em movimento a pessoa que busca o psicólogo.

9 de fev. de 2014

Resumo - Desafios no Psicodiagnóstico Infantil

Disciplina
PSICODIAGNÓSTICO
Autor(es)
Silvia Ancora Lopez
Título
Psicodiagnóstico Interventivo: Evolução de uma prática.
Capítulo 12
Desafios no Psicodiagnóstico Infantil








1)    Introdução
a)    Ambiente Clínica-escola com atendimento gratuito, grande parte da clientela tem dificuldades socioeconômicas, que implicam em determinadas carências.
b)    Induzem a uma atuação que foge do campo tradicional da Psicologia Clínica, que segundo o CFP (2007, p.8), requer por parte do psicólogo inventividade, inteligência e talento para criar, inovar respondendo de forma dinâmica ao movimento da realidade.

2)    Reflexão Prática do Psicodiagnóstico
a)    Realizar uma reflexão prática sobre o psicodiagnóstico, levando em conta o contexto no qual ele se dá.
i)     Novas configurações familiares;
ii)    Realidade brasileira;
iii)   Características socioeconômicas;
iv)   Crise de valores políticos e morais;
v)    Situação da educação;
vi)   Realidade da violência e a convivência por parte da crianças, desta no âmbito familiar e social.
b)    Principal queixa na clínica-escola é a dificuldade na escolarização.
c)    Encaminhamento oriundo de escolas públicas, que buscam explicação dos motivos que impedem o desenvolvimento pedagógico das crianças.
d)    O psicólogo para atender essa demanda, se restringi a singularidade da criança, e realiza o psicodiagnóstico privilegiando aspectos da personalidade, que resultam em uma predisposição para a formação desse sintoma.
e)    Desconsideram aspectos institucionais que contribuem para o fracasso escolar.
f)     Culpabilização da vítima incutida pela má-fé institucional  da escola pública, cuja crença que a criança pobre, sem estímulos em casa para aprender, passa a se ver como burra, incompetente e preguiçosa.
g)    Comum escolas e psicólogos compreenderem o fracasso escolar em seus aspectos intrassubjetivos e relacionais,  os primeiros por uma dificuldade em confrontar suas próprias deficiências e segundo apoiados na tradição da sua formação profissonal que tendem a privilegiar o indivíduo.
h)   Uma visão ampliada da clínica permite uma compreensão da dificuldade escolar construída a partir da avaliação do contexto escolar, no qual a criança esta inserida.
3)    Psicodiagnóstico Interventivo
a)    Diante das limitações do fazer clínico, procura-se engajar a família e a escola, visando:
i)     Compreender as dificuldades da criança;
ii)     Encontrar formas de auxiliá-la no seu desenvolvimento.
b)    Visita escolar tem papel significativo, a fim de possibilitar uma reflexão conjunta com as equipes das escolas sobre o seu papel na dificuldade dos alunos.
c)    Discriminar para os pais quais são as dificuldades de seus filhos e o que é responsabilidade das instituições escolares. Levando-os a colocar-se mais criticamente, levando reivindicações para as escolas.
d)    Participação dos pais no psicodiagnóstico propicia uma mudança de atitude em relação aos seus filhos, favorecendo seus aspectos positivos e auxiliando a criança a superar os aspectos negativos.   

4)    Desafio do Psicodiagnóstico
a)    Ampliar o olhar – ir além da criança como foco da investigação e integrar outros aspectos, como os efeitos do mundo moderno sobre ela e sua família.
b)    Novas configurações familiares: monoparentais femininas; irmãos com pais diferentes; avós que criam seus netos; casais com filhos de relacionamentos anteriores.
i)     Identificaram-se dificuldades e vantagens em avós que desempenham o papel de pais para seus netos.
ii)    Sentimento de vergonha em famílias homoparentais, devido à dificuldade de obter legitimidade social e jurídica no Brasil.
c)    Cabe ao psicólogo questionar de que forma essas metamorfoses nas famílias repercutem na constituição das crianças.

5)    Objetivo do Psicodiagnóstico Interventivo
a)    Conhecer os sentidos e significados que as crianças e seus pais dão às suas vidas e seus mundos.
b)    Enfrentamento das teorias que se apresentam insuficientes para as profundas transformações nas famílias:
i)     Despir-se das amarras teóricas.
ii)    Acolher o cliente e sua família.
iii)   Não cair na armadilha de que a criança ficará obrigatoriamente, prejudicada no seu desenvolvimento psicológico.
c)    Psicodiagnóstico oferece a oportunidade de uma reflexão conjunta para enfrentar as lacunas teóricas através de uma compreensão co-constituída pautada no mundo vivido pelo cliente.
d)    O atendimento em grupo auxilia na compreensão da própria família, contribui para diminuir a sensação de isolamento e eliminando a sensação de que seu caso é diferente, único e sem solução.


6)    Violência Social e Familiar
a)    Não é exclusivo da atualidade.
b)    Problema complexo e delicado, com múltiplas causas, interfaces e principalmente, o sofrimento psíquico de todas as pessoas envolvidas, exigem extremo cuidado dos profissionais envolvidos.
c)    Tem que ser analisado em seu contexto cultural e condições impostas pela vulnerabilidade social.
d)    Em muitos casos é um episódio intrafamiliar marcado pela existência de vinculação afetiva entre seus integrantes, dependência econômica entre os cuidadores, negligência, conivências e vulnerabilidades.
e)    Compromisso de zelar pelo bem-estar da criança ou adolescente, com cuidado de não cometer imprudências.
f)     Competitividade e desigualdade resultam no aumento de: violência; uso de drogas; conflitos e rupturas familiares; alienação social e política; xenofobia; conflitos étnicos e religiosos; doenças psicossomáticas.
i)     Não agir de forma neutra, atacar frontalmente esses temas.
ii)    Considerar fontes de desestabilização emocional das crianças: psiquismo e questões sociais.
iii)   Sugerir, apoiar e incentivar pais e responsáveis a atitudes ativas. Auxiliá-los a conhecer, reconhecer e batalhar por seus direitos como cidadãos.

7)    Finalidade do Psicodiagnóstico
a)    Compreender e respeitar o mundo do cliente, contemplando as questões políticas, sociais e econômicas.
b)    Não ater-se apenas ao espaço clínico, mas conhecer o ambiente escolar da criança, suas condições de moradia e seu meio social.
c)    Implica no confronto com as nossas limitações e inquietações
d)    Criar um espaço que permita compartilhar o sofrimento e encontrar um novo modo de lidar com a realidade do paciente.